Antigos Participantes

Álvaro

O meu nome é Álvaro Cardoso, tenho 42 anos, sou bancário, sou casado com a Isabel e temos dois filhos. A minha vida religiosa, se assim lhe posso chamar, limitava-se a presenças em missas de casamentos, baptizados e funerais, onde, na maior parte delas, ficava à porta.
Muitas vezes questionei o porquê da ida à missa! Se não tinha pecados, não matava nem roubava porque deveria lá ir? (ler mais)

A religião não era, nem nunca foi, tema de conversa no nosso círculo de amigos, ou, sequer, no nosso dia-a-dia. Se porventura ela vinha à baila, não faltava a crítica e a maledicência, a tudo e a todos, quase sempre pela negativa.
Mas como o homem põe e Deus dispõe, quis a Divina Providência que, no dia 27 de Dezembro de 2005, iniciasse o meu primeiro. Como tudo passou a ser diferente! O vazio que agora percebo ter existido na minha vida, está total e completamente preenchido.

 

Isabel

O meu nome é Isabel, tenho 41 anos, sou funcionária no Instituto Superior Politécnico de Viseu. Fui educada no seio de uma tradicional família católica, onde escrupulosamente se cumpria o ritual da ida à missa.
Sinto, hoje, que mais não foi do que uma fé imposta, escusado será dizer que, tudo o que é obrigatório e colide com a nossa vontade própria, é abandonado à primeira oportunidade. Comigo não foi excepção!... (ler mais)

Mas o curso Alpha não mudou só a nossa vida pessoal, mudou também a nossa vida conjugal,
Curiosamente, os amigos que partilham a nossa vida já quase todos sentiram a experiência Alpha.
Cristo passou, muito naturalmente, a fazer parte de nós e a ser tema de prosa. Há um par de anos, não havia tempo para estas experiências. Sempre se invocava que a vida era complicada, que havia que levar os filhos à escola e outras coisas afins. Hoje, contudo, não só se cumprem todos os encargos domésticos e familiares, como o tempo parece sobrar.

 

Rui João

Declarava-me ateu e por vezes cheguei a considerar-me agnóstico, estava longe de Deus. No entanto, sempre defendi que deveria haver uma sociedade mais justa, onde todos pudessem viver com dignidade. (ler mais)

Com a vinda da minha filha para a catequese, por sua iniciativa, comecei a acompanhá-la. Confesso que inicialmente não me sentia muito bem, sentia-me melhor quando não havia ninguém … precisava de estar só…em silêncio...precisava de paz.
Foi então que surgiu o convite para o Curso Alpha, o qual inicialmente recusei, devido a factores de ordem pessoal, não era mesmo possível. Ao longo do curso as minhas dúvidas sobre Deus iam-se dissipando, começava a sentir a falta da 6.ª feira à noite e de estar na presença das pessoas que connosco frequentavam o Alpha.
O Alpha para mim foi mais do que uma porta que se abriu, foi um sinal do Senhor, para aquilo que deve ser o verdadeiro sentido da vida.

 

Mabelina

Convidaram-me e, como de costume, aceitei, talvez por curiosidade, não sei, mas fui. Foi uma experiência que nunca pensei sentir. A minha vida mudou completamente. Foi o começo de uma nova vida. Todo o meu pensamento, todo o meu ser e toda a minha espiritualidade mudaram completamente.

 


Rui Aguiar

Desde que iniciámos o Alpha, passei a acordar mais feliz, mais alegre e a horas, passo os dias com melhor disposição, apesar dos problemas que aparecem. Há mais tranquilidade e esperança.

 

Lidia e Paulo

Para nós o curso Alpha traduziu-se num convívio semanal de pessoas que antes só eram conhecidas, mas depois se tornaram amigas. Partilhámos experiências pessoais através da convivência dos grupos. Através dos temas abordados e das actividades desenvolvidas, enriquecemos a nossa formação pessoal e espiritual consolidando a nossa relação com Deus e com a Igreja.
Foi uma mais valia o facto de frequentarmos o curso Alpha como casal e pais de 2 filhas, pois contribuiu para o fortalecimento de nossa relação familiar.